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Economia em 2022: por que expectativas para o Brasil estão piorando rapidamente

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Na terça-feira (14/9), o banco Itaú reduziu sua expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no próximo ano de 1,5% para 0,5%. O maior banco privado do país também passou a prever aumento do desemprego no próximo ano, com a taxa de desocupação subindo de 12,1% ao fim de 2021, para 12,5% em dezembro de 2022.

Além do Itaú, diversas outras instituições financeiras e casas de análise passaram a prever PIB menor, inflação mais alta e juros também mais elevados no cenário próximo.

O crescimento do PIB e a situação do mercado de trabalho e da renda no próximo ano geram grande expectativa, pois são fatores determinantes no bem estar da população e no desenrolar de eleições em que o atual presidente tenta a recondução ao cargo.

Entenda os seis principais fatores que têm feito os analistas reduzirem suas expectativas para o desempenho da economia no próximo ano:

1) Inflação maior e juros em alta

O principal fator citado pelos analistas para a revisão nas expectativas para o PIB em 2022 é o fato de que a inflação no próximo ano deve ficar acima do que era esperado antes.

Com isso, o Banco Central vai ter de subir mais os juros, o que tem efeito negativo sobre o consumo das famílias e o investimento das empresas.

“Revisamos nossa expectativa de inflação de 2021 para 8,4%, de 7,3% no início do mês”, escrevem os economistas da XP Investimentos em relatório desta terça-feira. “A revisão ocorreu devido à piora da crise hídrica, ao IPCA de agosto bem acima do esperado e à inflação no atacado sugerindo que ainda há pressão de custos no curto prazo.”

Em agosto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,87%, bem acima do esperado pelos analistas e maior aumento para o mês em 21 anos. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses chegou a 9,68%. O aumento foi puxado pelo preço dos combustíveis e dos alimentos e levou diversos economistas a preverem uma inflação maior para este e o próximo ano.

No boletim Focus — levantamento semanal de expectativas do mercado colhidas pelo Banco Central — a projeção para o IPCA em 2021 passou de 7,58% na semana passada, para 8% essa semana. Para 2022, a previsão foi de 3,98% para 4,10%.

A meta de inflação para este ano é de 3,75% e a de 2022, de 3,50%, conforme determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Logo, as estimativas dos analistas sugerem que a inflação deve ficar acima da meta por dois anos seguidos.

E ainda há outros riscos negativos, como o agravamento da crise hídrica e da situação das contas do governo, que podem piorar ainda mais o quadro inflacionário à frente.

“Nesse contexto, acreditamos que o Copom (Comitê de Política Monetária) ainda não enxergará condições para indicar redução do ritmo de elevação da taxa Selic”, escrevem os economistas do Itaú, em relatório, prevendo que a taxa básica de juros chegue a 9% ao ano em 2022, de volta a patamar que não era visto desde 2017. Atualmente, a Selic está em 5,25% e ela chegou a 2% no ponto mais baixo.

2) Menor crescimento da renda

Um segundo fator citado pelos economistas para a deterioração das expectativas para o próximo ano é o crescimento modesto esperado para a massa de renda — que é a soma de todos os rendimentos das população.

“Reduzimos nossa projeção de crescimento do PIB no próximo ano, de 1,7% para 1,3%, escreve a equipe da XP Investimentos.

Segundo os economistas da casa, além dos efeitos mais contracionistas da política monetária (isto é, a alta dos juros) o cenário incorpora “crescimento modesto da massa de renda ampliada disponível às famílias”, com alta em torno de 1,5%, descontada a inflação, devido principalmente ao fim do auxílio emergencial, que não deve ser compensado pelo emprego e o aumento esperado do Bolsa Família.

A trajetória de aumento do desemprego prevista pelo Itaú também não sugere perspectiva muito alentadora para o desempenho da massa de renda.

“A taxa média de desemprego voltará ao nível pré-pandemia somente em 2023, e o nível de equilíbrio (pouco superior à 10%) deve ser atingido somente em 2025”, faz coro a MCM Consultores sobre as perspectivas pouco alentadoras para renda e mercado de trabalho à frente.

3) Esgotamento do efeito da retomada dos serviços

Um terceiro fator citado pelos economistas é que o impulso gerado pela reabertura da economia este ano — particularmente no setor de serviços —, após período de maior distanciamento social provocado pela pandemia, deve perder força no ano que vem.

“A atividade econômica não se beneficiará mais do impulso advindo da reabertura do setor de serviços, algo que, na nossa visão, ficará restrito ao segundo semestre deste ano”, diz o Itaú

O pessimismo no médio prazo é compartilhado por outros analistas.

“Esperamos que alguns dos segmentos de serviços ainda impactados pela covid (em particular serviços prestados às famílias) se recuperem nos próximos meses, em conjunto com o progresso no programa de vacinação contra a covid, reabertura da economia e estímulo fiscal renovado”, escreve Alberto Ramos, diretor de pesquisa econômica para América Latina do Goldman Sachs, em relatório.

“No entanto, a aceleração da inflação, o aumento das taxas de juros, o aumento do ruído e da incerteza política, e a interrupção da tendência de alta na confiança do consumidor e dos empresários podem limitar esse desempenho positivo”, diz Ramos.

Já a XP Investimentos alerta que “o desemprego elevado e o baixo crescimento da massa real da renda limitam a demanda por serviços em 2022”.

4) Desaceleração global

Um quarto fator citado pelos analistas é a expectativa de perda de ímpeto da economia global, o que impacta a demanda e o preço das commodities exportadas pelo Brasil.

O crescimento orquestrado das economias este ano foi impulsionado pela reabertura das cidades, avanço da vacinação e manutenção dos estímulos monetários por boa parte dos Bancos Centrais das economias maduras. No ano que vem, esses fatores se dissipam.

“Os preços das commodities devem se acomodar, em especial das commodities metálicas, uma vez que o crescimento da atividade econômica mundial desacelere”, diz a MCM Consultores, que prevê um superávit recorde de US$ 76,6 bilhões para a balança comercial brasileira em 2021, que deve desacelerar a US$ 74,1 bilhões em 2022, nas contas da consultoria. O superávit é a diferença positiva entre o valor exportado e o importado pelo país.

Essa também é a visão do Itaú: “Vemos desaceleração do setor industrial global e queda de preços de commodities ano que vem.”

E da XP: “Para frente, vemos as economias brasileira e mundial desacelerando, a taxa de câmbio e os preços das commodities mais estáveis, a taxa de desemprego ainda elevada.”

5) Piora da crise hídrica e possível racionamento de energia

Na piora das expectativas dos economistas, também está na conta o  agravamento da crise hidroenergética  e o crescente risco de racionamento em 2022.

“Como se não bastasse o risco fiscal, a crise hídrica segue pressionando custos de produção, aumentando a inflação e reduzindo as perspectivas de crescimento econômico”, escreve a equipe da XP.

A consultoria de investimentos revisou sua projeção de PIB para 2022 de 1,7% para 1,3%, mas avalia que o baixo nível dos reservatórios é o principal fator de risco para essa estimativa.

“Nosso cenário considera os efeitos da crise hídrica e aumento do custo da energia elétrica sobre os níveis de produção e consumo, mas sem racionamento propriamente dito (redução compulsória)”, alertam os economistas.

No início do mês, a XP revisou suas projeções para a possibilidade de racionamento nos próximos 12 meses para 17,2%, enquanto o Itaú dobrou seu índice de probabilidade, para 10% em 2022.

“A situação hídrica gera pressão adicional sobre a inflação corrente, via aumento das contas de luz, e também sobre a dinâmica de preços do ano que vem, através da inércia resultante de um IPCA mais elevado e do risco de novas medidas que visem à redução do consumo de eletricidade”, disse o Itaú nesta terça-feira.

6) Eleições conturbadas

Por fim, pesa no pessimismo dos economistas para o próximo ano a certeza de eleições polarizadas e bastante conturbadas.

“O apaziguamento das turbulências políticas deveria interessar sobretudo ao presidente Jair Bolsonaro. Afinal a sua reeleição depende fundamentalmente da melhora da economia”, observam os economistas da MCM Consultores.

“Se a crise político-institucional continuar a escalar a recuperação econômica perderá fôlego. O ambiente agitado também atrapalha as costuras para a solução de problemas político fiscais, como o pagamento dos precatórios e a criação do programa Auxílio Brasil”, diz a consultoria, sobre a ameaça ao programa que visa turbinar o Bolsa Família de olho na reeleição.

A consultoria cortou sua projeção para o PIB do próximo ano de 2,1% para 1,4%.

“A principal razão é a perspectiva de agravamento progressivo do quadro político-institucional-fiscal e de incertezas. Um dos fatores mais importantes é a eleição presidencial polarizada e muito provavelmente recheada de propostas populistas de ambos os lados.”

Horário de verão: as vantagens e desvantagens da polêmica mudança do relógio

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O horário de verão voltou ao debate nesta semana, após o Ministério de Minas e Energia (MME) pedir ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) — órgão responsável pela coordenação e operação do sistema elétrico brasileiro — um novo estudo sobre a medida, diante da “atual conjuntura de escassez hídrica”.

A notícia sobre o novo estudo gerou especulações sobre uma possível volta do horário especial. Mas o ministro Bento Albuquerque reafirmou que a avaliação da pasta é de que “não há necessidade do retorno do horário de verão em 2021”.

“A contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno”, disse Albuquerque, em nota à Folha de S. Paulo.

“Assim, no momento, o MME não identificou que a aplicação do horário de verão traga benefícios para redução da demanda”, completou o ministro.

História do horário de verão

O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931, durante o governo de Getúlio Vargas. À época, dizia o Diário de Noticias: “a prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial”.

A medida foi repetida em anos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 – ano que foi marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água -, o horário diferenciado passou a ser adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.

Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. Até que, em abril de 2019, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também por decreto extinguiu a medida.

“O horário de pico hoje é às 15 horas e [o horário de verão] não economizava mais energia. Na saúde, mesmo sendo só uma hora, mexia com o relógio biológico das pessoas”, argumentou Bolsonaro, à época.

País divididoReservatório do Cantareira

Com baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, há o receio 
de que isso afete a geração de energia

Este ano, o tema voltou ao debate devido à crise hidroenergética e à pressão de empresários que, afetados pela pandemia, veem na volta do horário especial a oportunidade de vender um pouco mais diante da permanência maior do brasileiro nas ruas com a hora a mais de luz natural. Mas o tema está longe de ser consenso.

Pesquisa feita pelo instituto PoderData, ligado ao portal de notícias Poder360, realizada em julho, mostrou que 50% da população não quer a volta do horário de verão no Brasil, enquanto 46% querem o retorno da medida e 4% dizem que não sabem.

Segundo a mesma pesquisa, a opinião sobre o horário de verão varia de acordo com a preferência política dos entrevistados.

Entre aqueles que avaliavam o presidente Jair Bolsonaro como “ótimo” ou “bom”, 69% não queriam a volta do horário de verão, 29% eram favoráveis e 2% não sabiam. Já entre os que avaliavam o presidente como “ruim” ou “péssimo”, 57% eram favoráveis à volta do horário de verão, 40% contrários e 3% não sabiam.

Foram 2,5 mil entrevistas, em 427 municípios, nas 27 unidades da Federação, e margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Mas quais são as vantagens e as desvantagens da mudança de horário? Listamos alguns dos argumentos citados pelos dois lados desse Brasil dividido.

VANTAGENS

Economia de energia

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi à televisão em 31 de agosto dizer aos brasileiros, em rede nacional, que a seca que o Brasil tem enfrentado é a pior da história e que a condição hidroenergética do país se agravou.

Diante do baixo nível dos reservatórios hidrelétricos, o ministro pediu a colaboração da população para redução do consumo de energia, sugerindo entre as medidas a serem adotadas um maior aproveitamento da luz natural.

O maior aproveitamento da luz natural é justamente o objetivo do horário de verão, extinto por Bolsonaro em 2019.

Com o adiantamento dos relógios em uma hora, as regiões que adotam o horário especial ganham uma hora adicional de luminosidade no fim da tarde, adiando o acionamento de lâmpadas e de eletrodomésticos na volta para casa depois do trabalho. Historicamente, a economia era de cerca de 4% a 5% da demanda no horário de pico.

O governo argumenta, porém, com base em dados do ONS, que o pico de demanda no verão mudou ao longo dos anos do fim da tarde, para o meio dela, devido ao acionamento dos aparelhos de ar condicionado nas empresas.

Os especialistas do setor elétrico que defendem a volta do horário de verão, no entanto, argumentam que, diante da gravidade da crise atual, qualquer economia de energia, mesmo que menor do que a histórica, é bem-vinda.

“Há dois anos, o equilíbrio entre oferta e demanda de energia estava tranquilo, então uma economia de 2% a 3% do consumo não era tão imprescindível”, disse o professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Gesel (Grupo de Estudos do Setor Elétrico), Nivalde de Castro, à BBC News Brasil, em julho deste ano.

“Mas, atualmente, estamos enfrentando problemas para atender a demanda de energia elétrica justamente na hora em que escurece”, afirma o especialista. “Diante da crise hidrológica deste ano, o horário de verão faz todo sentido, porque ele evita um consumo a mais, do que numa situação em que não haja horário de verão.”

Mais vendas no varejo e nos bares

Uma segunda vantagem do horário de verão é o estímulo às vendas do comércio e dos bares, resultado da hora a mais de luminosidade.

“O nosso setor, mesmo de portas abertas, tem 77% das empresas ainda operando com prejuízo. Então, na nossa visão, qualquer real que entre a mais vai ser muito importante, e o horário de verão sempre trouxe esse faturamento adicional na primeira hora da noite”, disse Paulo Solmucci, presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

“A gente chega às vezes até a dobrar o que se fatura entre às 18h e às 20h com horário de verão. E isso também vale para o pessoal do turismo, como parques, porque estica o dia.”

A Abrasel puxou, ao lado da CNTur (Confederação Nacional de Turismo), um movimento iniciado em junho pela volta do horário de verão. Em setembro, o varejo também aderiu, com o apoio de entidades como CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços), Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers).

Segurança nas ruas

Um terceiro argumento em favor do horário de verão é a segurança.

“A evidência empírica sugere que uma hora a mais de luminosidade reduz homicídios, roubos e acidentes de trânsito”, disse Claudio Frischtak, sócio da consultoria Inter.B e especialista em infraestrutura, que publicou em 2019 um artigo sobre o tema em coautoria com os pesquisadores Miguel Foguel e Renata Canini.

Estudo de 2016, realizado por pesquisadores da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), por exemplo, analisou dados de ocorrência de acidentes rodoviários entre 2007 e 2013. Segundo o estudo, nos Estados em que o horário de verão era adotado, houve redução de 10% dos acidentes em rodovias federais.

“Os testes revelaram que a realocação do horário de atuação da luminosidade durante o dia contribui consideravelmente na redução de acidentes em rodovias federais”, concluíram os pesquisadores. “Os testes apresentaram evidências de que o impacto de transição para o horário de verão afeta o comportamento de direção dos motoristas em rodovias federais, principalmente ao entardecer.”

Exercícios físicos e uso do espaço público

Por fim, um último argumento daqueles que defendem o horário de verão é a possiblidade fazer exercícios físicos ao fim da tarde e melhor aproveitar o espaço público.

O argumento foi usado até por Luciano Hang, dono das lojas Havan e bolsonarista de primeira hora. “Com o dia mais longo, as pessoas vivem melhor, vão às praias, praticam exercícios e têm mais qualidade de vida”, disse Hang, que aderiu ao movimento de empresários pela volta do horário de verão.

DESVANTAGENS

Dificuldade de adaptação

O principal argumento dos contrários à volta do horário de verão é que a adaptação é difícil e a mudança mexe com o relógio biológico.

Um estudo de pesquisadores brasileiros publicado em 2017 na revista Annals of Human Biology, com mais de 12 mil participantes, mostrou que menos da metade (45,43%) diziam não sentir nenhum desconforto com a mudança de horário. E cerca de 25% diziam permanecer desconfortáveis durante todo o período de mudança de horário.

A dificuldade de adaptação tem razões biológicas: a alteração do horário mexe com a produção de hormônios como a melatonina e o cortisol, responsáveis respectivamente por dar sono e despertar o corpo.

A mudança também é mais penosa para adolescentes, que têm dificuldade de acordar cedo para aulas matinais, e para crianças pequenas, que têm necessidade de longas horas de sono e costumam ser sensíveis a mudanças de luminosidade.

Mudanças no ciclo agropecuário

Uma segunda desvantagem do horário de verão, segundo os contrários à medida, é que ele afeta o setor agropecuário.

O gado bovino, por exemplo, é sensível à mudança de horário das fazendas, que pode inclusive afetar a produtividade leiteira.

“Os bovinos são animais de hábito, todos os dias eles se alimentam num mesmo horário, são animais de rotina. Se os horários mudam repentinamente, isso causa um estresse no animal. No caso da vaca de lactação, pode inclusive diminuir o leite”, diz José Carlos Ribeiro, da Boi Saúde, consultoria especializada em saúde bovina.

Mas há quem trabalhe no campo e não se importe com a mudança.

“As empresas trocam o horário, em vez de pegar às 7h, pega às 8h para a colheita da soja, então não prejudica em nada, eu acho que é bom”, diz Antônio Rodrigues da Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Sapezal (MT).

Horários diferentes Brasil afora

Uma terceira desvantagem é a maior dissincronia entre os horários Brasil afora.

O Brasil é um país tão grande que tem quatro fusos horários: o de Brasília, que abrange a totalidade das regiões Nordeste, Sudeste e Sul, além dos estados do Pará, Amapá, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal; o de Fernando de Noronha (uma hora à frente de Brasília); o do Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (uma hora atrás de Brasília); e o do Acre e oeste do Amazonas (duas horas atrás de Brasília).

No horário de verão, Norte e Nordeste não adotam a mudança, que não faz diferença nessas regiões devido à proximidade delas com o Equador.

Assim, no horário especial, Roraima, Rondônia e Amazonas passam a ter duas horas de diferença em relação a Brasília e o Acre, três horas.

Isso dificulta, por exemplo, a realização de eventos nacionais, a tal ponto que, em 2018, o horário de verão foi mais curto, devido às eleições. A pedido do então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, o horário de verão naquele ano começou somente em novembro, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados.

Nos 188 anos, ‘Viva Feira de Santana’ aborda cultura, personalidades e gastronomia, entre outros temas

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Cartaz destaca 188 anos de fundação de Feira de Santana

Nas comemorações dos 188 anos de Feira de Santana, duas séries de reportagens foram concebidas por Edson Borges, secretário municipal de Comunicação. Elas revelam diversos aspectos humanos, culturais e econômicos da Princesa do Sertão. As reportagens foram produzidas em vídeo pela própria equipe da Secretaria de Comunicação Social e estão sendo exibidas ao longo deste mês de setembro de 2021.

Uma delas é a série ‘Viva Feira: 188 anos’. Ao todo, sete reportagens, abordam dos seguintes temas: Turismo, Artes, Cultura Popular, Preservação da Memória Histórica, Potencial Econômico, Inovações Tecnológicas e Mulheres Feirenses. Para cada tema foram entrevistadas várias pessoas com atuação marcante na cidade, em suas respectivas áreas: artistas, empresários, economistas, gestores públicos e dirigentes sindicais. Na reportagem sobre o Potencial Econômico de Feira de Santana, o prefeito Colbert Martins Filho comenta sugestões para o desenvolvimento da cidade, apresentadas por algumas dessas pessoas.

A outra série é intitulada ‘Difeirenseados’, um neologismo que brinca com as diferenças do feirense, ou seja, a rica diversidade que pode ser vista todos os dias no cenário urbano da Princesa do Sertão. São quatro reportagens mostrando essa diversidade no comércio, na gastronomia, entre as pessoas de destaque, e nas potencialidades do município para o futuro.

Entre os entrevistados, artistas e gente do povo que tem ajudado a formar a personalidade do povo feirense, como a cozinheira Ana da Maniçoba, e os cantores Dionorina, Maryzélia, Dilma Ferreira e Roberto Kuelho.

Marca Soul Dila presenteia Feira de Santana com estampas exclusivas de pontos da cidade

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Principal entroncamento rodoviário do Norte-Nordeste brasileiro, Feira de Santana recebeu a primeira loja da Soul Dila fora da Região Metropolitana de Salvador em dezembro de 2018, no Boulevard Shopping. De lá pra cá, a cidade, principal centro urbano, econômico e comercial do interior da Bahia, tem sido um grande polo de crescimento da marca, principalmente por exercer for

te influência sobre outros municípios do estado.

“Com grande importância rodoviária, recebendo pessoas de outras cidades com frequência, Feira tem sido muito importante para a popularização da marca no interior também. São quase três anos de relação muito bacana com a cidade e de uma troca muito legal”, conta Flávio Guimarães, um dos sócios da marca, que apresentou ao longo do tempo estampas exclusivas, como a que homenageia o famoso bairro do Tomba.

A distância do mar não apagou a identificação do cidadão de Feira de Santana com a Soul Dila, que traz frequentemente linhas inspiradas na Bahia e no Nordeste, tão plurais. “Por mais que a praia seja uma constante como inspiração do que criamos, a Bahia como um todo sempre foi presente na moda produzida pela marca”, reflete Mariana Caldas, Gestora de Marketing, relembrando linhas como a “Ser-Tão Nordestino”, que valoriza a região Nordeste e o interior baiano.

Conheça o projeto do CT de Boxe e Artes Marciais da Bahia

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Ilustração da fachada do CT de Boxe e Artes Marciais da Bahia

Com um investimento de R$ 4,2 milhões, o novo centro de treinamento tem como objetivo garantir as condições apropriadas para a prática do esporte e o desenvolvimento dos atletas baianos das modalidades, além de fomentar interesse pelo boxe e artes marciais nos jovens de todo o estado. O equipamento deve estar pronto até o primeiro semestre de 2022. A abertura das propostas do edital para contratação da empresa que fará a reforma do espaço está marcada para o dia 8 de outubro.

O centro vai funcionar no Largo de Roma, na região da Cidade Baixa, em Salvador, e vai contar com uma estrutura térrea e de mezanino, onde estarão distribuídos o hall de entrada com mesas e espaço para o atendimento público, estacionamento, espaço de convivência com vista para o mar, vestiário masculino e feminino com acessibilidade para pessoas com deficiências (PCD), além de refeitório mobiliado com mesas e sofás para descanso e interação entre os atletas.

Deputados do PSB comemoram aniversário de Feira de Santana com agenda cultural e política na cidade

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Angelo Almeida e Lídice da Mata comemoram aniversário de Feira de Santana

Foi ao som de percussão e acompanhada do deputado estadual Angelo Almeida, que a deputada federal e presidente do PSB na Bahia, Lídice da Mata, iniciou uma agenda cultural em Feira de Santana, neste sábado (18/09/2021). A data marca o aniversário de 188 anos de emancipação política do município.

Além de conhecer o Galpão Cultural Tambores Urbanos, no bairro Santa Irmã Dulce – que tem como um dos coordenadores o assessor de Planejamento e Gestão da Secretaria de Agricultura da Bahia, Tarcísio Branco -, a parlamentar visitou o Galpão de Artes, no Baraúnas, que foi construído através de verba de emenda de sua autoria e indicação de Angelo, de cerca de R$ 700 mil.

“Comemoramos o aniversário de Feira lutando por melhores condições de vida. Estou muito feliz por estar nessa cidade que é uma joia no coração da Bahia”, frisou Lídice informando que quer contribuir também com projeto Tambores Urbanos e vai lutar pela construção do museu do vaqueiro.

Ao agradecer a presença de Lídice, Angelo ressaltou que é preciso mudar a realidade da cultura, com mais investimentos, e também da política brasileira. “Não podemos esquecer que através da política transformamos as vidas das pessoas”, afirmou.

Segundo o secretário de Cultura Esporte e Lazer de Feira de Santana, Jairo Carneiro Filho, que acompanhou a visita ao Galpão de Artes, a obra está em fase de conclusão e em 45 dias o espaço deve ser inaugurado. O espaço será utilizado pela comunidade para o desenvolvimento de atividades artísticas como música, dança e capoeira.

Encontro político

A agenda dos deputados foi encerrada à tarde, após encontro com lideranças de Feira de Santana e região, no salão do Kilogrill, para debater a política local. Entre os presentes estávamos vereadores os vereadores Galeguinho (PSB) e Emerson Minho (DC), o ex-vereadores Zé Filé (PSD), Frei Cal (PSB) e Alberto Nery (PT), que também é presidente do Sindicato dos Rodoviários, e Tarcísio Branco, que foi candidato a vereador nas eleições passadas pelo PT e se filiou recentemente ao PSB, além do prefeito de Tanquinho, Zé Luiz (PT).

“Queremos construir em Feira de Santana uma militância do PSB em Feira de Santana. Estamos fazendo o que estamos chamando de autorreforma”, explicou Lídice. E Angelo complementou: “É importante que cada um de nós possa apresentar seu papel, para construirmos uma sociedade mais justa e fraterna, através da política”.

Reportagem da TV Brasil aborda Recôncavo da Bahia e o Lago de Pedra do Cavalo; Programa foi produzido em parceria com a TV da Prefeitura de Feira de Santana

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A pesca artesanal está presente no em torno do Lago de Pedra do Cavalo

O Caminhos da Reportagem Pedra do Cavalo: uma Viagem do Recôncavo ao Portal do Sertão, produzido pela TV Feira, departamento da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Feira de Santana e afiliada da TV Brasil, leva o telespectador a uma viagem pelo interior da Bahia. O programa mostra o gigantesco reservatório de água doce localizado no coração do Recôncavo baiano, na cidade de Cachoeira.

As águas represadas pela construção da barragem de Pedra do Cavalo criaram um lago formado por dois importantes rios da Bahia, o Jacuípe e o Paraguaçu, que além de fornecer água potável e energia elétrica para 4 milhões de pessoas, ainda revela um enorme potencial ecológico e turístico abrindo espaço para a pesca esportiva e a prática de esportes aquáticos, como o jet sky, caiaque, vela e skysurf.

O entorno da barragem, cercado pela Caatinga e pela Mata Atlântica, é uma Área de Proteção Ambiental. A exploração de pescados para fins comerciais e a pesca artesanal ocorre em todo o lago de Pedra do Cavalo. Ali, o pescador Lucivaldo Pedreira mostra satisfação com os projetos de apoio aos pescadores.

“A pesca aqui é muito legal para a nossa comunidade. Esse projeto que veio pra gente chamado ‘Peixe na Rede’ foi muito lucrativo, gerando emprego e renda.”

O programa ainda revela como as cidades históricas do Recôncavo se desenvolveram em torno dessa barragem. É o caso de Cachoeira e sua irmã São Félix separadas apenas pelo Rio Paraguaçu. As duas cidades são importantes patrimônios históricos, não apenas da Bahia, mas de todo o Brasil.

O historiador Jacó dos Santos explica porque a região tem esse importante legado. “Foi aqui em Cachoeira que aconteceu o primeiro passo para a independência do Brasil, no dia 25 de junho de 1822. Foi o momento em que os portugueses ainda resistiram na Bahia”, explica. “Inclusive porque, aqui, Dom Pedro I foi aclamado Imperador e defensor perpétuo do Brasil”, argumenta.

Segundo o historiador, no século 19, o Recôncavo da Bahia tinha mais de 40 engenhos, cujas ruínas ainda resistem ao tempo, como é o caso da Casa Grande do Engenho Vitória mostrada na reportagem. Não é à toa que Cachoeira é considerada a cidade mais negra da Bahia e do Brasil, mantendo vários terreiros de candomblé e umbanda que entram no circuito do turismo religioso, alguns, tombados pelo patrimônio imaterial.

O episódio também mostra que entre Cachoeira e Feira de Santana está a cidade de Cabaceiras do Paraguaçu, onde nasceu Castro Alves, o poeta dos escravos. Ali, a casa onde ele viveu na infância foi transformada em museu que já reabriu as portas aos visitantes depois de ficar fechada por meses durante a pandemia.

Diogenisa Oliva, coordenadora do Parque Histórico Castro Alves, fala com orgulho da preservação da memória do escritor. “Nós temos uma gravata, que foi guardada antes da morte dele, temos um cachinho de cabelo, uma cômoda papeleira e uns manuscritos dele do livro dos escravos”. E complementa: “Ele era um artista completo, escreveu peças de teatro e desenhava muito bem”, explica Diogenisa apontando a pintura de Castro Alves na parede do museu.

Por fim, o episódio revela as belezas de Feira de Santana. Conhecida como a Princesa do Sertão, apelido dado por Rui Barbosa, é a maior cidade do interior da Bahia e uma das mais importantes do interior do Nordeste.

A região mantém fortes tradições. Algumas com mais de 100 anos como o Reisado de São Vicente, festejado no Dia de Reis.

Também foi ali que o samba de roda do Recôncavo ganhou um sotaque sertanejo e rompeu fronteiras. Representante do grupo de cultura popular Quixabeira da Matinha, Galdino Oliveira, conhecido como Guda, explica como seu pai, o saudoso Coleirinho da Bahia, popularizou o samba de roda.

“O samba de roda só era visto na zona rural, que a gente costuma falar, dentro da roça. E ele pegou esse samba e começou a levar para apresentar nas cidades e depois para as capitais. E graças a Deus hoje, esse samba está no mundo”, conclui orgulhoso.

Parceria

A parceira entre a Agência Brasil e a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Feira de Santana foi resultado de sugestões apresentadas pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia (JGB), ao, à época, secretário municipal Valdomiro Silva. Ele foi sucedido por Edson Borges, atual secretário.

Feliz Aniversário Feira de Santana 188 Anos

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HOJE

é dia do nosso paraíso comemorar idade nova!

#FeiraDeSantana , de encantos e beleza chega aos seus 188 anos

🥰 💕😊

Novo superintendente da RRC, Frei Jorge Rocha comenta sua forma de gestão

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Após tomar posse no dia 11 de dezembro, o novo superintendente da Fundação Santo Antônio, frei Jorge Rocha já cumpre suas atividades na sede das emissoras pertencentes aos Frades Capuchinhos (Princesa FM e Sociedade News FM).

A sucessão acontece pela ida do Frei Vandeí Santana para a Paróquia Santos Cosme Damião, em Itamaraju. Segundo o novo superintendente, haverá continuidade na prestação de serviços à comunidade.

“Nós estamos nesta rede de comunicação continuando a implementar na sociedade aquilo que os meus antecessores fizeram. Já tivemos diversos superintendentes por aqui e venho a partir desse legado que meus antecessores deixaram cada um com sua época fez algo muito importante para que a rádio se consolidasse como uma emissora de respeito e tradição no nosso meio e agora nós chegamos para manter este legado. Depois que fizermos essa manutenção desse trabalho realizado pelos antecessores, precisamos estar atentos para dar a resposta no tempo de hoje. ‘Quais são as exigências que o mundo de hoje está pedindo que a rádio dê?’ Sobretudo os desafios da tecnologia, não entrando em disputa com a tecnologia, mas entrando em parceria com a tecnologia porque é algo irreversível na nossa sociedade e precisamos nos adaptar”, definiu.

Frei Jorge Rocha é professor de Teologia na Universidade Católica do Salvador (UCSal) e na Faculdade São Bento da Bahia. O Franciscano Capuchinho é dono da obra: Teologia e Revelação em João Batista Libânio: Modernidade, Pós-modernidade e América Latina.

Frei Jorge afirmou que para o próximo ano, o rádio vai mostrar o seu papel, sendo um veículo apaziguador. “Será um ano marcado pela (re) conjuntura sociopolítica que nós estamos vivendo. O 2019 foi de muita turbulência política, de muita segregação que eu não creio que termine em 2020. Pode ser que se acirre ou diminua, mas essa dividição vai continuar. Eu creio que o rádio tenha um papel apaziguador. Eu estou convencido que o radialista não deve conduzir os seus ouvintes para aderir as suas ideias, mas dar critérios aos ouvintes. Agora nossos critérios são abalizados, evangélicos, baseados na verdade”, disse.

“Vamos ouvir o que os candidatos têm a dizer, escutar o que pensam sobre a cidade, aquilo que eles têm sobre o avanço. A nossa rádio será esse palco para acolher as ideias e mais uma vez, é o ouvinte que faz a sua escolha”, finalizou.

 

Conheça a Rede Baiana de Rádio e suas filiadas

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Éuma rede de rádio composta por sete emissoras que atuam nos espectros AM e FM. Tem sede em Feira de Santana, na Rua Frei Hermenegildo Castorano, nº 300, Bairro Capuchinhos,  CEP 44076-170, Telefone (75) 2101-9700. Ela é presidida pelo Frei José Monteiro Sobrinho.

Fazem parte da rede as rádios:

Rádio Andaiá FM

A Rádio Andaiá FM 104,3 está localizada em uma região de grande densidade demográfica, com aproximadamente um milhão de habitantes, na cidade de Santo Antonio de Jesus, distante 107 km de Salvador e conhecida como a capital do recôncavo, pela força do seu comércio e de sua população.

Com uma programação interativa, descontraída e moderna, equipamentos de última geração e equipe formada por profissionais qualificados, a Rádio Andaiá FM conquistou o público de Santo Antonio de Jesus e região, alcançando já nos primeiros meses, o primeiro lugar em audiência, se mantendo no topo da preferência popular até hoje. Equipada com transmissor de 10 KW, a Rádio Andaiá FM tem ampla cobertura, chegando a mais 170 cidades.

Rádio Alvorada AM

A Rádio ALVORADA AM 1460 tem uma programação interativa voltada para atender as reivindicações das associações de classes, bairros e do cidadão defendendo assim um me lhor serviço para sua comunidade. Fazendo parte da Rede Baiana de Rádio composta por: Rádio Sociedade de Feira de Santana AM 970, Rádio Princesa FM 96,9 – Feira de Santana e Rádio Andaiá FM 104,3 de Santo Antonio de Jesus – Ba.

Localizada as margens da Br 101 distante a 146km de salvador com uma população com mais de 80 mil habitantes.Cruz das Almas é um importante pólo na economia destacando-se as culturas de fumo,laranja e mandioca.

Considerada cidade universitária conta com diversas faculdades:UFRBA (Universidade Federal do Recôncavo) FACTAE (Faculdade de Ciência e Tecnologia Albert Aisten ) FAMAM (Faculdade Maria Milza)

FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências) além do centro de Ciência Agrícolas, Escola de Agronomia, EMBRAPA, EBDA, Banco do Brasil, Bradesco, entre outras importantes instituições.

Rádio Princesa FM

A Rádio Princesa Fm 96,9 , foi fundada pelos empreendedores Jose Olimpio Mascarenhas e Alfredo Muller Falcão , em 1978 , com a razão Social de MF Ltda. Funcionou inicialmente á Rua Marechal Deodoro, nos fundos de uma galeria pertencente ao Sr. José Olímpio e o transmissor no bairro do Tomba, posteriormente, o Sr. Alfredo Falcão, transferiu suas cotas para a Sra. Iara Mascarenhas, tendo em seguida sido negociada com o radialista Dílson Barbosa que após alguns meses vendeu a mesma, promovendo a transferência direta para a Fundação Santo Antonio dos frades Capuchinhos.

Com a negociação a emissora transferiu seus estúdios e transmissores para o Palácio da Comunicação no bairro dos Capuchinhos. A Rádio Princesa Fm iniciou com um transmissor de 1 Kw, fabricado em Feira de Santana, pelo Dr. Drance Amorim que detinha uma fabulosa tecnologia em freqüência modulada – (fm) , ate então uma novidade.

Foi a primeira Emissora FM instalada no interior da Bahia e a segunda no Estado. Em seguida, o Ministério das Comunicações concedeu a Rádio Princesa FM, transferência da classe C, para a classe A-4 , com potência nominal superior a 10 Kw e Irradiada ate 50 Kw.

A Emissora e líder em audiência desde sua fundação, hoje transmite com qualidade digital com seus modernos equipamentos. Sua área de cobertura abrange cerca de 180 municípios com população aproximada de seis milhões de habitantes, atingindo todas as classes, com sua programação interativa com música, jornalismo e entretenimento.

Rádio Sociedade de Feira AM

Com transmissor de 10.000wats, inaugurado pelo ministro das comunicações Carlos Simas. Em 1981 faz a sua primeira transmissão internacional, tendo participado das Copas da Inglaterra, Japão, Alemanha, França, Chile, Espanha, México e Olimpíadas de Barcelona.

E em 27 de Setembro de 2006 ao comemorar 58 anos é uma das pioneiras no Brasil a ingressar na Era Digital do Rádio, inaugurando seu novo estúdio, equipamentos e transmissor, Tendo sido criada também a RBR – Rede Baiana de Rádio com as emissoras: Rádio Sociedade Am, Rádio Princesa Fm, Rádio Andaiá FM, Rádio Alvorada Am e São Gonçalo AM, na gestão de Frei José Monteiro Sobrinho, Dílson Barbosa Campos e Fernando Henrique Batista Chagas.

Sempre a serviço da Pátria e da Religião, desenvolveu ao longo de sua historia diversas campanhas comunitárias, educativas e sociais, acompanhando a história.

E participando dos principais acontecimentos da cidade, Bahia, do Brasil e do Mundo, com absoluta imparcialidade e liderança.

Rádio Caraíba AM

Líder em audiência há 28 anos com sua programação interativa e jornalística,transmitindo os principais acontecimentos culturais,empreseriais e esportivos da região .

A Rádio Caraíba é a primeira na preferência popular tendo recebido inúmeros prêmios e reconhecimento pela efetiva participação na atividade sócio-econômica e cultural da cidade e região. De Senhor do Bomfim, com transmissores de 10.000 watts cobre o semi-árido da Bahia.

Rádio São Gonçalo AM 

Toda empresa, independentemente de seu porte, precisa do marketing para garantir sua sobrevivência num mercado cada vez mais audaz e competitivo. O marketing bem administrado impulsiona a venda de produtos e serviços, projetando a empresa para o sucesso comercial.

A Rádio São Gonçalo de São Gonçalo dos Campos, cidade com cerca de 30.000 habitantes, oferece suporte especializado em comunicação, com criatividade, agilidade e direcionado para alavancar resultados e ampliar negócios.

Direcionada a atingir uma vasta região, principalmente a do recôncavo baiano com mais de 220 municípios, como Salvador, Santo Estevão, Santo Amaro da Purificação, Antonio Cardoso, Conceiçao da Feira, Feira de Santana, Cachueira, Muritiba, São Felix, Governador Mangabeira, Ipecaetá e outras. Somos o canal perfeito para o seu produto entrar em contato com o grande público consumidor. Com a qualidade que temos garantimos uma boa audiência e boa receptividade a qualquer anúncio veiculado.

Rádio Vale FM

A Rádio Vale FM 105.3, a caçulinha do grupo,já está funcionando em Amargosa. O sinal da Rádio entrou no ar no dia 25 de maio em caráter experimental, com programações musicais, interativa e jornalística, promovendo acontecimentos da cidade e região.

A área de cobertura da Vale FM se estende por toda a região, atingindo os municípios de Amargosa, Laje, Mutuípe, Jiquiriçá, Ubaíra, Itatim, Santa Terezinha, Castro Alves, Santa Inês, Santo Antônio, Santo Estevão, Milagres, Antônio Cardoso, São Miguel das Matas, Varzedo, Elísio Medrado, entre outras cidades.

 

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